5 estratégias de marketing matadoras para você aplicar agora

Para alavancar uma empresa, independente do seu tamanho, é necessário que ela possua sempre mais clientes. E para conseguir esse ganho constante, é fundamental investir em ações de marketing. Afinal, através delas, o público poderá conhecer e se interessar em adquirir determinado produto ou serviço oferecido, além de criar uma percepção sobre a marca. Essa pequena descrição acima é, sem dúvida, uma equação básica na Administração e está na ponta da língua de qualquer pessoa envolvida com a gestão de uma organização.

O difícil, no entanto, é descobrir ações de marketing que podem ser mais eficientes para atrair consumidores, que sejam aplicáveis rapidamente e tenham um custo relativamente baixo. Apresentamos abaixo cinco ações matadoras que você pode começar a aplicar agora em sua empresa, com base em alguns dos postulados do mestre Philip Kotler sobre estratégias de marketing.

1 – Conheça e identifique seus consumidores

Saber qual é o seu público-alvo é um dos grandes diferenciais para uma empresa ter mais sucesso nas vendas de seus produtos ou serviços. E isso, por incrível que pareça, muitas vezes é esquecido quando vai ser elaborada uma campanha de marketing. A abordagem personalizada com determinado grupo de pessoas possui mais efetividade quando se aproxima das expectativas e necessidades reais dos clientes.

Por isso, trabalhar um marketing segmentado, em vez de um mais geral (sem público definido), pode ser um grande diferencial competitivo para as empresas que possuem muitos concorrentes diretos em seu mercado de atuação. Especialistas apontam, inclusive, a tendência atual de investir no micromarketing ou marketing de precisão, ou seja, que a empresa conheça de perto seus consumidores e faça campanhas direcionadas para esse público.

2 – Intensifique ações nas redes sociais

Se você ainda não usa bem as redes sociais na empresa, está na hora de repensar e rever isso o quanto antes. Essa pode ser uma das formas mais baratas e eficientes para desenvolver suas estratégias de marketing digital. Através das fanpages, marcas podem publicar fotos, frases, notícias e as mais diferentes formas para se relacionarem com os consumidores.

Mas para conquistar fãs não basta apenas colocar os produtos de qualquer forma, é preciso fazer relações, contar histórias envolventes. A fanpage deve agregar ao cliente. A intenção é estimulá-lo a interagir com os conteúdos da página. Assim, a marca vai estar mais próxima dele.

3 – Convide consumidores para desenvolverem produtos

Pode parecer estranho à primeira vista, mas a co-criação nos negócios e no marketing atual pode ser efetivamente proveitoso para alavancar um produto. A tese permite que o cliente ou usuário faça parte do processo criativo e produtivo da empresa e tenha um envolvimento bem amplo com o negócio. Isso tem que fazer parte de suas estratégias de marketing. Exemplos de sucesso não faltam, como a campanha do novo Uno e a música colaborativa produzida pelo Jota Quest e seus fãs para uma campanha da Sky.

A Lego, por exemplo, pediu ajuda a crianças para desenvolver seus novos produtos. A marca de salgadinhos Doritos convocou pessoas para que dessem ideias em sua nova campanha de marketing e receberam mais de 10 mil sugestões diferentes. Harley-Davison, GM e Lexus também são alguns expoentes nessa linha. Esse tipo de estratégia faz com que o consumidor se transforme em agente ativo da empresa, atuando como divulgadores voluntários das ações da organização.

4 – Não esqueça dos clientes já conquistados

Um dos maiores erros nas campanhas de marketing é a busca incessante por novos consumidores e o abandono por completo daqueles que já compraram na empresa. Por isso, focar em ações destinadas a quem já conhece o seu produto pode render ainda mais vendas e manter a lucratividade crescente. Para uma campanha de sucesso destinada a esse público, é preciso entender o comportamento dele e direcionar o investimento em busca de mais conversões. Do contrário, ele pouco será efetivo. Isso pode ser feito através de promoções exclusivas, contato através do e-mail como a newsletter e interações diferenciadas e criativas.

Isso vale também para os próprios colaboradores. É preciso que eles estejam satisfeitos em trabalhar na empresa. É preciso tratá-los como clientes, não para influenciá-los, mas para atender suas necessidades.

5 – Seja o mais pessoal possível

Os usuários estão cansados de comunicações robóticas quando se relacionam com as empresas. Os consumidores viram fãs de uma marca não porque a organização é bem conceituada no mercado, mas pelo fato de serem bem atendidos ou terem uma experiência positiva no contato com a empresa ou com o produto/serviço oferecido por ela.

Por isso, ter conexões mais pessoais com os consumidores poder ser um diferencial competitivo extremamente favorável para organizações, independente do seu tamanho. Abandonar o script engessado, muito comum quando lembramos dos serviços de call centers (e ainda bastante adotado por diversas organizações) é um caminho para atrair, ser recomendado e formar mais fãs.

Fonte: Administradores

5 motivos para investir no e-commerce

O e-commerce surgiu há cerca de 15 anos no Brasil e, desde então, vem crescendo ano a ano. Em seu relatório deste ano, a E-bit – empresa que reúne dados de 21 000 lojas virtuais – mostra que, mesmo com a economia em baixo crescimento, o faturamento das vendas online aumentou 26% de janeiro a junho deste ano – muito acima do varejo tradicional, que cresceu próximo a 4%.

Segundo a E-bit, o faturamento do e-commerce deste ano deve chegar a 35 bilhões de dólares. Se isso se confirmar, o desempenho será 21% superior ao do ano passado, ultrapassando a marca de 104 milhões de pedidos no comércio eletrônico brasileiro. A seguir, cinco motivos para que os varejistas considerem o início ou o fortalecimento das vendas online:

  1. Entrada de novos e-consumidores
    O e-commerce ganhou 5 milhões de novos consumidores nos seis primeiros meses do ano. Segundo a E-bit, são pessoas que fizeram suas compras online pela primeira vez, marcando um crescimento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2013.
  2. Expansão das compras via smartphone
    Os consumidores usam cada vez mais os smartphones e tablets para consultar informações de produtos, comparar preços e, por fim, comprar. A participação de vendas por dispositivo móvel nos primeiros seis meses deste ano subiu de 3,8%, em junho de 2013, para 7% em junho deste ano – um crescimento de 84% em um ano. Segundo a E-bit, os varejistas que ainda não entenderam essa mudança de comportamento dos consumidores já deixaram de vender, somente este ano, 2,5 bilhões de reais (estimativa do total gasto em compras por dispositivos móveis).
  3. Aumento da satisfação de clientes
    De acordo com a E-bit, o índice de consumidores que indicariam a amigos lojas nas quais fizeram compras online subiu de 49,4%, em janeiro deste ano, para 60,4% em junho – uma prova de que as pessoas estão mais satisfeitas com o e-commerce no Brasil.
  4. Melhor relacionamento com os consumidores
    A venda online e a divulgação em blogs e redes sociais são estratégias que vêm sendo adotadas pelo setor varejista para fortalecer a imagem da marca e ampliar o relacionamento com os consumidores. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença na internet é importante, entre outros motivos, para que o cliente encontre informações sobre a loja e tenha a comodidade de pesquisar preços sem sair de casa.
  5. Adoção de novas estratégias
    Além da comodidade de receber um produto em casa, os consumidores apreciam a política do frete grátis e a pontualidade na entrega. De acordo com um estudo feito pela consultoria comScore em parceria com a empresa de logística UPS, os fatores que mais levariam um consumidor a recomendar uma loja são: frete gratuito e entrega no prazo. A pesquisa reforça a importância de as empresas buscarem cada vez mais alternativas de transporte que agilizem a entrega das mercadorias, seja por meio dos Correios, seja com a ajuda dos veículos urbanos de carga (VUCs), que, além de compactos, têm circulação livre nos grandes centros urbanos

Fonte: Exame