Os produtos estão dando lugar às experiências

Hoje em dia, com a concorrência cada vez maior e a comoditização tomando conta de todos os segmentos, é cada vez mais difícil chamar a atenção do público. É essencial que as marcas entendam que o cenário mudou.

Não basta apenas um bom produto, serviço ou comunicação para se destacar no mercado.

Produto bom e de qualidade não é mais um diferencial, mas sim uma premissa básica para a sobrevivência de uma empresa. Produtos que apresentam alguma diferenciação em relação à concorrência, ou seja, produtos premium, podem ajudar na competitividade, mas sempre estarão sujeitos a serem copiados e, por si só, não ganham mais o jogo.

Por isso, as marcas precisam entender que os produtos estão dando lugar às experiências.

Para a construção de uma marca forte e desejada, não apenas um, mas sim todos os pontos de contato devem ser pensados e trabalhados. É a soma de experiências positivas que irá fazer com que as pessoas se relacionem, sejam leais e amem uma marca.

Ou seja, mais do que produtos e serviços, é necessário pensar na cadeia inteira de utilização destes produtos e gerar o máximo de valor em cada um dos momentos de interação com o público.

Mas, estas interações precisam ser relevantes para as pessoas. Mais do que comunicação, que é muito importante para a construção de imagem, é preciso pensar em experiências que impactem positivamente, além de contribuir e participar de forma amistosa na vida das pessoas. Só assim será possível construir mais do que imagem, será possível construir uma relação próspera e duradoura.

Finalizando, é preciso pensar nestas experiências, mas nunca esquecer do propósito da marca e dos objetivos estratégicos da empresa. É preciso assegurar que todos os pontos de contato, além de gerarem experiências únicas e surpreendentes, estejam alinhados à essência e ao posicionamento da marca. Afinal, gestão de marcas, mais do que gerar experiências positivas, deve gerar valor e trazer resultados aos negócios.

Fonte: Webinsider

Cresce no mercado a procura por embalagens ecológicas

Todas as embalagens de plástico são iguais? Podem até parecer, mas existem algumas que oferecem um diferencial importante, em um mundo preocupado cada vez mais com a preservação do meio ambiente. É o chamado plástico verde ou Polietileno Verde. “O que muda é a fonte da matéria-prima. O plástico verde é obtido através da fonte renovável da cana de açúcar, diferente do plástico comum, que é 100% petroquímico, com base no petróleo”, explica o engenheiro mestre em plástico da Aliança Embalagens, Ricardo Fischer Brandenburg.

O plástico verde tem a mesma aparência e resistência do que o plástico comum, mas pode ser uma grande vantagem para quem quer chamar a atenção no mercado em função do apelo ecológico. “A embalagem passa pelo mesmo processo que uma embalagem normal. O tempo de produção também é o mesmo, dependendo do produto a embalagem pode estar pronta em 10 dias. Em termos técnicos seria o acompanhamento do ciclo da cana de açúcar. A matéria-prima é 100% renovável”, destaca a analista de marketing da Aliança Embalagens, Priscila Zibell.

O material possui validação, através da medição do Carbono 14. Quanto menos Carbono 14 e mais percentual de PE Verde (Polietileno Verde), mais sustentável é o plástico. “Nossa empresa é uma das pioneiras em Santa Catarina nesse tipo de produto. O material é enviado para um laboratório nos Estados Unidos para receber a certificação, válida mundialmente. A Aliança já oferece esse serviço que poder ser aproveitado por diversos setores”, conclui Priscila.

Fonte: Oficina das palavras